Ômega 3 é um ácido graxo poli-insaturado considerado essencial, já que o corpo não é capaz de produzir. Composto principalmente por DHA (ácido docosahexaenóico) e EPA (ácido eicosapentaenoico), deve ser obtido por meio da alimentação ou suplementação.
O consumo dessa gordura através da alimentação, é advindo de peixes marinhos como sardinha, filé de abadejo, atum, salmão não criados em cativeiro ou ainda através do consumo de oleaginosas como as nozes, sementes como a linhaça e chia.
Muitas vezes se faz necessária sua suplementação, já que a alimentação do brasileiro, infelizmente não possui grande oferta desses alimentos fontes de ômega 3.
Confira qual o melhor horário para tomar ômega 3 para evitar desconfortos e melhorar a absorção de nutrientes, além dos seus benefícios à saúde.
Existe um horário para tomar ômega 3?
Apesar de não haver nenhuma evidência científica, profissionais recomendam que o consumo seja realizado junto das principais refeições, como almoço, jantar e café da manhã. Ao fazer isso, evita-se o refluxo e o retro gosto de peixe, sentido por alguns usuários e também maximiza o aproveitamento de algumas vitaminas presentes nos alimentos.
Consumir o Ômega 3 próximo das principais refeições aumenta também a absorção de vitaminas lipossolúveis, isto é, aquelas que necessitam de gorduras, como é o caso das vitaminas A, D, E e K, por exemplo. Porém, esta é somente uma recomendação. Nada impede que o suplemento seja consumido em outro horário.
Quais são os benefícios da suplementação de Ômega 3?
O ômega 3 é benéfico em todas as etapas da vida, desde a gestação, passando pela infância, idade adulta e envelhecimento.
Durante o pré-natal, por exemplo, o ômega 3 contribui para o desenvolvimento adequado do sistema neurológico do feto e, na infância, pode melhorar o sistema imunológico.
A suplementação desses ácidos é capaz de melhorar a saúde circulatória, prevenindo doenças cardiovasculares, além de reduzir níveis de colesterol sanguíneo e melhorar a pressão, ideal também para hipertensos.
Atua ainda, como anti-inflamatório, reduzindo inflamações e dores, como nas articulações. Além disso, a sua ação no cérebro também é ampla, pois tem demonstrado melhorias de funções cognitivas e de memória, atuando na prevenção de doenças como Alzheimer, Parkinson, depressão entre outros.
Referências:
scielo.br/j/rbr/a/Hf589HWLWwCtQQSbfqWy89J/?lang=pt&format=pdf
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