A glândula tireoide esta localizada na parte anterior do pescoço e é responsável pela síntese de dois hormônios: a triiodotironina (T3) e a tiroxina (T4). São estes, os hormônios responsáveis pelo funcionamento do metabolismo energético do organismo. Quando há alteração em algum desses hormônios, o gasto energético é influenciado, aumentando ou diminuindo o seu trabalho, levando ao aumento ou perda de peso.
Ela também age nas funções de órgãos importantíssimos como o coração, rins, cérebro e fígado, por exemplo. Pode interferir no crescimento saudável de crianças e no ciclo menstrual. Ou seja, seu bom funcionamento é essencial para manter o equilíbrio do organismo.
São vários os fatores que interferem no funcionamento da tireoide, entre eles estão: presença de nódulos, ingestão inadequada do mineral Iodo, baixa ingestão do mineral Selênio ou excesso do mineral Cloro. O pós-parto e doenças autoimunes também podem desencadear alteração da glândula.
Os sintomas mais comuns da alteração da glândula tireoide são: fadiga crônica, pés e mãos frias ou frio excessivo, inchaço, queda de cabelo, câimbras frequentes, dificuldade de raciocínio e memória, unhas quebradiças e pele seca, por exemplo.
No entanto, essas disfunções têm tratamento e pode-se levar uma vida saudável. Alinhado ao tratamento medicamentoso, a nutrição também deve ser considerada, uma vez que, uma alimentação equilibrada é necessária para manutenção do peso e saúde. Alguns alimentos contribuem com o bom funcionamento da glândula e podem ser inseridos à rotina de alimentação, são eles:
– Algas marinhas como a Spirulina, Agar Agar e Chorella (pela concentração de iodo);
– Agua mineral (por não conter cloro, não interfere na absorção do iodo;
– Castanha do Pará (ótima concentração de selênio);
– Quinoa e Amaranto (fontes de ômega 3 de origem vegetal);
– Peixes, óleo de peixe e suplemento de ômega 3 (fontes de ômega 3 de origem animal).
Outros alimentos precisam ser consumidos com cautela, como:
– Água clorada (excesso de cloro);
– Adoçante Sucralose (excesso de cloro);
– Soja em grãos e seus derivados, como tofu e molho shoyu;
– Suco verde em excesso com vegetais crucíferos (couve, couve-de-bruxelas, brócolis e repolho), pois na sua forma crua possuem uma substância (glicosinolato) que interfere no funcionamento da tireoide.
Independente da qualidade alimentar, não deixe de realizar acompanhamento médico e nutricional individualizado.
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