Consumo regular da bebida pode reduzir o inchaço, acelerar o metabolismo e melhorar a aparência das celulites Emagrecer envolve mudanças no estilo de vida, como o consumo maior de líquidos. Por isso, os chás são figurinhas carimbadas nas dietas de emagrecimento e contribuem para o seu sucesso. O chá DrenAtive é um exemplo. O chá DrenAtive é composto por uma combinação de chá verde, carqueja, mate verde, hortelã, gengibre, guaraná, sálvia e alecrim. Segundo Priscila Teles, nutricionista, estas ervas possuem diferentes mecanismos que auxiliam na eliminação de líquidos e emagrecimento: Chá verde: termogênico, diurético e antioxidante; Carqueja: diurético e levemente laxativo; Mate verde: termogênico e diurético; Hortelã: digestivo; Gengibre: termogênico, antioxidante e antinflamatório; Guaraná: termogênico e energético; Sálvia: antioxidante e antinflamatório; Alecrim: digestivo, antioxidante e antinflamatório. A combinação destas ervas, destaca a nutricionista, pode ajudar a eliminar aqueles quilinhos indesejados. “O chá DrenAtive traz benefícios como diminuição da retenção de líquidos, acelera o metabolismo, melhora a digestão e a aparência de celulites, além de ser antioxidante”. Para quem tem uma vida agitada, outro benefício é que o chá é vendido em sachês, tornando o seu consumo mais prático. Mas não só isso. Os chás, quando consumidos nas quantidades adequadas e associados a um estilo de vida saudável (alimentação balanceada e atividade física, por exemplo), podem prevenir doenças, auxiliar no controle do peso, inchaço, redução de colesterol, melhora do sistema imunológico, entre outros benefícios. Consumo do chá DrenAtive Para alcançar os benefícios que o chá oferece, a recomendação é consumi-lo em ciclos de 20 a 30 dias, com intervalo de sete dias. É importante que o consumo seja consciente. “Não é por se tratar de ervas naturais que o uso pode ser feito indiscriminadamente”, alerta Priscila. A sugestão de consumo é de 1 a 2 sachês por dia. Para preparar o chá, basta colocá-lo em uma xícara, adicionar 200 ml de água quente filtrada e deixar em infusão de 5 a 10 minutos. Ele pode ser consumido quente ou gelado. “Depois de pronto, adicione pedrinhas de gelo ou leve à geladeira por algumas horas”, sugere a nutricionista. O ideal é que seja feito sem a adição de açúcares e/ou adoçantes. Receitas com o chá DrenAtive Também é possível acrescentar os sachês do chá DrenAtive em receitas como gelatinas, sucos, frappé e o que a mais a imaginação deixar! Confira algumas opções: Gelatina de chá DrenAtive com uvas Ingredientes 8 sachês de Chá DrenAtive 600 ml de água quente 2 colheres de sopa de agar-agar Uvas picadas a gosto Modo de Preparo Prepare o chá com a água quente e os sachês do Chá DrenAtive. Dilua o agar-agar no chá quente e leve para aquecer em fogo médio. Após levantar fervura, abaixe o fogo e deixe ferver durante três minutos. Despeje em forminhas ou em um refratário. Coloque as uvas cortadas. Leve para gelar até endurecer. Frappe de DrenAtive Ingredientes 2 sachês de Chá Drenative 1 copo de leite desnatado 1 unidade de canela em pau 2 sementes de cardamomo ½ copo de água 1 colher de sopa de mel ¼ de xícara de creme de leite fresco batido (opcional) 1 copo de gelo Modo de Preparo Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida. “Pela Jornalista Fernanda Lima”
Conheça 8 benefícios da atividade física para a saúde
O dia 6 de abril é comemorado o Dia Internacional do Esporte. A data simboliza a importância em manter-se ativo e estimula a prática da atividade física. Não é novidade que movimentar o corpo faz bem para a saúde. Mas você realmente sabe quais são estes benefícios? Com a ajuda da Carina Rosin, personal trainer e proprietária do Noiva em Forma, separamos uma lista com 8 benefícios que a prática de atividade física proporcionam à saúde. Confira: 1) Faz bem para o corpo e mente Os benefícios da prática esportiva não atingem só o corpo. A mente também se beneficia. A prática esportiva tem o potencial de atingir o ser humano em sua totalidade, causando efeitos positivos no organismo, no aspecto físico e biológico, além do âmbito mental e emocional. 2) Aumenta a oxigenação do cérebro Durante a execução do exercício, o organismo produz uma quantidade ainda maior de oxigênio para o cérebro. Isso ajuda a aprimorar as funções cognitivas e de raciocínio da pessoa. 3) Estimula as funções mentais Quando se faz uma atividade esportiva, mobiliza-se uma série de capacidades e funções mentais, como agilidade, raciocínio rápido, pensamento lógico, percepção mais clara, reflexos mais rápidos, entre outras. 4) Aumenta o “colesterol bom” e diminui o “colesterol ruim” É comprovado que fazer um esporte um pouco mais intenso e com uma certa frequência aumenta os índices de HDL (colesterol bom) e diminui o LDL (colesterol ruim). 5) Fortalece os ossos A prática regular de atividade física auxilia na construção da massa óssea e no fortalecimento e manutenção da mesma. 6) Melhora o sono Quando se pratica atividades físicas, o corpo gasta mais energia e consegue, no horário adequado, ter um sono melhor. 7) Fortifica os músculos Os músculos são mobilizados no momento da prática esportiva, sendo um dos principais responsáveis pela movimentação do corpo. Um músculo forte e saudável garante melhor movimentação e menor cansaço. 8) Aumento da capacidade cardio-respiratória Movimentar-se garante mais fôlego e uma capacidade pulmonar e respiratória maior. Além disso, o coração será capaz de bombear mais e melhor o sangue. Comece já! Carina Rosin acrescenta que, sempre respeitando os limites e condições do corpo, é de suma relevância dedicar-se a algum esporte. Isso porque o sedentarismo pode causar efeitos negativos no corpo. A capacidade cardio-respiratória, por exemplo, fica prejudicada. Ou seja, você se cansa mais fácil, fica sem fôlego com a menor atividade e sente o coração mais acelerado com o mínimo de esforço, o que ocasiona um aumento na pressão sanguínea (pressão alta). O corpo também começa a perder um pouco de suas funcionalidades e a ter algumas falhas. Além disso, se você não se exercita, perde aos poucos a amplitude dos seus movimentos e os músculos ficam mais fracos. Quanto mais cedo se iniciar um esporte, maiores serão os benefícios da prática esportiva. Se você é sedentário, comece com uma atividade mais leve e vá elevando a intensidade aos poucos, sempre lembrando se hidratar e alongar antes e depois das atividades, e claro, se nutrir de modo adequado. “Comece o quanto antes uma atividade física e a pratique ao menos 3 vezes na semana. A regularidade dessas atividades vão gerar benefícios que vão ser apreciados durante toda a vida”, completa a profissional de educação física. “Pela Jornalista Fernanda Lima”
Glúten: vale a pena excluí-lo da dieta?
Proteína encontra-se em alimentos que contém trigo, aveia, centeio, cevada e malte Quem tem Doença Celíaca, ou seja, transtorno que afeta a mucosa intestinal de indivíduos que consomem glúten, deve riscar do cardápio alimentos que contenham esta proteína. O glúten é responsável por tornar as massas mais elásticas, saborosas, facilitando o crescimento durante a panificação e pode ser encontrado no trigo, aveia, centeio, cevada e malte (sub-produto da cevada). No entanto, não são apenas os celíacos que abriram mão de consumir o glúten. Com o intuito de emagrecer e até desintoxicar o organismo, algumas pessoas também têm optado por não comê-lo no dia a dia. Mas será que esta é uma boa solução? Dieta sem glúten traz benefícios para a saúde? Consumir ou não alimentos com glúten ainda é um assunto polêmico, no entanto, muitos especialistas em saúde acreditam que a medida pode sim trazer benefícios para a saúde. Segundo a Dra. Michele Haikal, especialista em Medicina Integrativa e Ciências Nutricionais Associadas ao Exercício Físico, o glúten inflama o trato gastrointestinal, por isso, uma dieta sem glúten não só melhora toda a defesa do organismo, como também desincha, faz bem para a memória e ainda causa bem-estar e alegria, pois contribui, indiretamente, na produção de serotonina. De acordo com Marcela Mendes, nutricionista do Mundo Verde, a exclusão de alimentos que contenham glúten pode ser um grande desafio, mas inúmeros estudos mostram que esta mudança no cardápio traz benefícios para a saúde, que vai desde o controle do autismo, esquizofrenia, doenças respiratórias, alérgicas, intestinais e, de quebra, ajuda a emagrecer. Outros estudos relatam ainda a inutilidade do glúten para o organismo humano e indicam os efeitos positivos de sua exclusão, como melhora do humor, redução do cansaço e fadiga, diminuição do inchaço abdominal e gases, melhora da digestão, além de benefícios para a saúde intestinal e imunológica. Consequências do consumo do glúten para o corpo Além da doença celíaca, estudos apontam que algumas pessoas, após o consumo de alimentos fontes de glúten, também podem ter sensibilidade ao glúten, gerando reações adversas como diarreias e inchaço abdominal. Essa sensibilidade causa um estado inflamatório no organismo que pode piorar qualquer outra inflamação que a pessoa já tenha. Ainda segundo Marcela Mendes, vários órgãos e tecidos do corpo podem sofrer consequências com o consumo de glúten. Dietas ricas em carboidratos de alto índice glicêmico e glúten, por exemplo, irritam a pele, podendo gerar desde acne a dermatites atópicas. Michele complementa que o consumo do glúten também pode causar desde doenças mais especificas, como dermatite hepertiforme, que é totalmente ligada ao glúten, além de outras doenças autoimunes. “Todas as doenças autoimunes pioram com o consumo de glúten, como a alopecia areata, psoríase, vitiligo, líquen plano, além de todas as doenças autoimunes de pele”, conta a médica. Doenças articulares, como artrite, também podem piorar. “Se a pessoa está com uma inflamação na articulação, o glúten cria um processo inflamatório do organismo que irá piorar o problema”, diz Michele. Ainda segundo ela, o glúten piora a defesa do organismo, causando erros de defesa, como alergias e autoimunidade. “Com as transformações dos grãos em produtos transgênicos, calcula-se que hoje quase toda a população mundial tenha algum tipo de intolerância ou alergia ao glúten. O ideal seria que todos retirassem o glúten da dieta. Quando fazemos isso, notamos uma melhora significativa na função cerebral, em níveis de energia, na imunidade, nos níveis de dor, e na saúde total, inclusive da pele”, completa. Diagnóstico e tratamento Ficou curioso se você tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten? Para obter o diagnóstico do problema, além de analisar os sintomas, é necessário fazer exames de sangue, de saliva ou biopsia intestinal. “O diagnóstico também é feito a partir da exclusão do glúten da dieta e verificando a diminuição dos sintomas”, explica Marcela. Prevenir é o melhor remédio, apontam as especialistas. Para isso, a sugestão é adotar uma dieta anti-inflamatória. Nos casos de doentes celíacos, o tratamento deve ser feito com a exclusão total do glúten na alimentação diária, e para as pessoas sensíveis, por sua vez, o ideal é diminuir o consumo ou excluir alimentos fonte desta proteína, evitando assim efeitos indesejáveis. Substitutos do glúten Confira a seguir uma lista de alimentos que não possuem glúten: Cereais: arroz, amaranto, quinoa e milho; Farinhas: mandioca, arroz, milho, fubá e féculas; Gorduras: óleos, margarinas; Frutas: todas, ao natural e sucos; Laticínios: leite, manteiga, queijos e derivados; Hortaliças e leguminosas: folhas, cenoura, tomate, vagem, feijão, soja, grão de bico, ervilha, lentilha e raízes como cará, inhame, batata, mandioca e outros; Carnes e ovos: aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes e frutos do mar. “Pela Jornalista Fernanda Lima”
Jejum intermitente realmente emagrece?
Conheça as vantagens e desvantagens deste método que promete secar os quilinhos indesejados Ficar horas sem comer com o intuito de ter mais saúde e até emagrecer: este é um dos princípios do jejum intermitente. O método ganhou fama nos últimos tempos, mas vamos combinar que a prática do jejum é milenar, praticada por pessoas no mundo inteiro. Segundo Marcela Mendes, nutricionista do Mundo Verde, o jejum pode ser feito em dias variados e com horários diferentes. É possível, por exemplo, ficar sem comer durante 8, 12, 16 e 24 horas, como também pode ser realizado 1 ou até 3 vezes por semana. Benefícios do jejum intermitente Mas será que passar tantas horas sem comer pode emagrecer mesmo, e, de quebra, trazer benefícios para a saúde? De acordo com a nutricionista, o jejum intermitente traz sim diversos benefícios, comprovados em estudos científicos. Alguns deles mostram que o jejum intermitente tem relação com o aumento de antioxidantes no organismo, bem como a oxidação de gorduras, induzindo ao emagrecimento e diminuição dos processos inflamatórios, além de redução e controle dos níveis de colesterol bom (HDL) e glicose na corrente sanguínea. No entanto, segundo Tatiana Denck Gonçalves, endocrinologista da Endoclinica São Paulo, a prática pode desequilibrar a saúde física, social e mental, por isso é motivo de polêmica entre os profissionais da área. Sendo assim, o acompanhamento de um profissional é importante, já que a privação de comida por muitas horas e a redução de carboidratos pode gerar fome exagerada, mau humor e irritabilidade, associada à compulsão alimentar a curto, médio ou longo prazo. Tatiana destaca que ainda não há benefícios comprovados em humanos. “Os estudos feitos com roedores relacionam o jejum a benefícios como a redução do risco de doenças cardiovasculares, assim como a melhora do diabetes, da longevidade, dos níveis de colesterol, de inflamações crônicas e doenças autoimunes”, aponta. Mas afinal, emagrece? Quem adere ao jejum intermitente precisa saber que não basta ficar sem comer durante algumas horas e depois comer tudo o que ver pela frente. A nutricionista explica que, aliado à prática, é interessante realizar uma alimentação pobre em alimentos industrializados e priorizar o consumo de alimentos in natura, como verduras e legumes, bem como diminuir o consumo de carboidratos de alto índice glicêmico. “É muito comum a realização de uma alimentação low carb somada ao JI”, diz Marcela. Além disso, acrescenta a endocrinologista Tatiana, o jejum intermitente pode sim fazer emagrecer no curto prazo, mas com um risco de reganho de peso similar a qualquer dieta restritiva. “O indicado para emagrecer é reduzir o número de calorias ao dia e aumentar o gasto energético com atividade física regular. Emagrecer com saúde é escolher os alimentos mais saudáveis e menos calóricos com restrição consciente e moderada a fim de que seja possível manter esse padrão para a vida toda e, assim, evitar a recuperação do peso perdido”, completa. Como começar Antes de começar a praticar o jejum intermitente, é recomendável a consulta com um profissional capacitado para devidas orientações, considerando a individualidade de cada um e o melhor tipo de JI a ser aplicado. “Não é recomendada a prática para crianças e gestantes, pessoas que fazem uso de medicamentos, e/ou possuem doenças especificas”, alerta a nutricionista. Se alguém quiser fazer o jejum de 16 horas (8 horas dormindo e mais 8 em jejum), por exemplo, deve-se realizar todas as refeições dentro do período de 8 horas por dia. Na prática, seria assim: você janta às 20 horas e na manhã seguinte pula o café da manhã e almoça às 12 horas. Desta forma, você passou 16 horas em jejum. A partir das 12 horas, iniciam-se todas as refeições, terminando às 20 horas novamente. Segundo a médica endocrinologista, os períodos em que a alimentação é permitida são chamados de janelas de alimentação. Fora deles, a pessoa deve ingerir líquidos que não possuam calorias, como água (com ou sem gás), chás e café sem açúcar. “Pela Jornalista Fernanda Lima”
Carboidratos: mocinho ou vilão?
Reduzir ou eliminar os carboidratos do dia a dia já virou rotina para muita gente que quer perder peso ou manter-se mais saudável. Isto ocorre porque ele é considerado um dos maiores vilões de dietas. Mas será que o carboidrato, de fato, engorda? De acordo com Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), é preciso ter cautela com extremismos. Segundo ele, as principais funções do carboidrato no organismo são referentes ao armazenamento energético, à produção de energia e à estruturação celular. Carboidratos simples e complexos Segundo Viviane Pereira, nutricionista do Mundo Verde, os carboidratos são os principais fornecedores de energia do organismo. Eles são divididos em simples e complexos. Os carboidratos simples em geral são as massas brancas (arroz, macarrão, pão branco), mel, xarope de milho, açúcar, entre outros. Na lista dos complexos estão os alimentos integrais (arroz, pão, macarrão), batata doce, abóbora, brócolis, aveia, mandioca, vegetais e sementes, como a linhaça. Eles são ricos em fibras, que garantem mais saciedade, além de serem absorvidos mais lentamente pelo organismo e fornecerem energia por mais tempo. Segundo Viviane Pereira, , as versões complexas são as mais recomendadas, pois além da energia, fornecem mais vitaminas, minerais e fibras quando comparadas às versões refinadas. É saudável abolir carboidrato da dieta? O carboidrato é um nutriente essencial para o funcionamento do corpo. É utilizado em funções básicas do organismo, como o fornecimento de energia para as atividades celulares, muito útil para quem pratica atividade física, por exemplo. Mas não são somente os exercícios físicos e os esportes que gastam energia. Atividades corriqueiras do dia a dia também gastam, como andar, varrer a casa, ler e até ficar parado. “O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam que o carboidrato seja a principal fonte de nutrição da alimentação, representando de 55% e 60% dos nutrientes do dia”, aponta o médico nutrólogo. “Uma dieta que restrinja qualquer tipo de alimento, é ruim. No caso dos carboidratos, a ausência dele na alimentação causa tontura, dor de cabeça e até desmaio”, alerta. Ainda de acordo com a nutricionista, assim como outros macronutrientes (gorduras e proteínas), os carboidratos possuem calorias que quando em excesso podem ser armazenadas no organismo na forma de gordura. Mesmo assim, não é indicado cortar os carboidratos da dieta. É importante que seja dada preferência para os melhores tipos e que a quantidade seja ajustada de acordo com a necessidade de cada um, sempre com acompanhamento de um profissional da área. “Quando bem planejada e com acompanhamento nutricional, a restrição no consumo dos carboidratos pode favorecer o processo de emagrecimento, auxiliar no controle glicêmico e outros benefícios. O acompanhamento nutricional é fundamental para que essa dieta seja adequada em escolhas e quantidades que serão consumidas”, enfatiza a nutricionista Viviane Pereira. Uma das estratégias usadas por quem quer emagrecer mais rápido é diminuir o consumo dos carboidratos. É o que ocorre em dietas hiperproteicas, ou seja, ricas em proteínas. Elas têm o benefício de gerar saciedade, por isso garantem resultado como perda de peso rápida. Isto porque as proteínas são as que mais queimam energia para serem metabolizadas. No entanto, este plano alimentar não deve ser feito por todas as pessoas e deve ser acompanhado por um nutricionista. O profissional será responsável por ajustar o tempo em que a dieta será realizada, evitando assim efeitos colaterais. Quantidade recomendada A quantidade de carboidratos recomendada depende de cada indíviduo e suas necessidades. O ideal é não ingerir menos de 50 gramas por dia. Neste caso, a taxa de desistência do novo plano alimentar é muito menor e os efeitos mais positivos a médio e longo prazo. “Para manter-se saudável o ideal é ter uma alimentação balanceada e diversificada, em refeições aonde estejam sim presentes os carboidratos, se possível, os integrais, como arroz, pão, macarrão, os legumes e as verduras, além das frutas. Além disso, ainda incluo a prática regular de atividade física”, sugere o médico. Por fim, não é preciso restringir qualquer alimento da sua rotina para se manter saudável, apenas consumi-los com moderação, dando preferência para as suas versões mais naturais possíveis. “Pela Jornalista Fernanda Lima”
Alimentação na gravidez: confira as vitaminas mais indicadas para as futuras mamães
Ser mãe, para muitas mulheres, é um momento que mistura felicidade com novas descobertas. A alegria também é sinônimo de mudanças. Durante os próximos nove meses o corpo não será o mesmo e o organismo precisará se adaptar à chegada de uma nova vida. Um dos maiores cuidados que as futuras mamães devem ter é com a alimentação. Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil cerca de 25% das gestantes apresentam anemia em algum grau. A causa é a deficiência de ferro no organismo, que pode prejudicar o feto. E o tratamento mais indicado é simples: ter bons hábitos alimentares. A alimentação saudável durante a gestação é essencial, já que ela garante benefícios tanto para a mãe quanto para o filho. Segundo Priscila Gomes, nutricionista do Mundo Verde, a recomendação é que a mudança no estilo de vida aconteça antes mesmo da gestação, pois reduz os riscos de complicações durante a gravidez, além de contribuir para um trabalho de parto mais tranquilo. “Alimentar-se bem também diminui o risco de doenças no feto. Alguns estudos mostram que a saúde do filho é, em grande parte, programada durante a vida intrauterina, estabelecendo alicerces essenciais para o crescimento saudável”, destaca a nutricionista. Sandra Lúcia Fernandes, médica nutróloga do Hospital Meridional e professora de Nutrologia da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), afirma que as mães que ganham muito peso na gravidez (mais do que 15 kg) têm maior risco de complicações na gestação. “Elas podem ter eclâmpsia, diabetes gestacional e até parto prematuro”. Alimentos mais indicados Gestantes devem priorizar alimentos in natura como frutas, verduras e legumes, ricos em vitaminas e minerais. Além disso, quem espera um bebê precisa consumir mais proteínas, pois elas são fundamentais para a formação da placenta, elasticidade da pele, tecidos uterinos, desenvolvimento e crescimento do bebê. O consumo de cereais integrais como batata, arroz, aveia e pães integrais também são necessários para o aumento de peso materno adequado e crescimento fetal. Gorduras boas são bem-vindas e importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso do feto, visão e absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). Os ácidos graxos essenciais são encontrados no salmão, sardinha, óleos vegetais, oleaginosas, abacate e côco. É melhor evitar… Priscila afirma que durante a gravidez, é importante seguir rigorosamente cuidados com a higiene dos alimentos. “Devem ser evitados aqueles que não passam por um processo térmico eficiente, como carnes, aves, pescados, ovos mal cozidos, leite ou laticínios não pasteurizados, frutas, legumes e verduras não higienizados”, aponta a nutricionista. O uso de bebidas alcoólicas e estimulantes também deve ser evitado, pois estão associados ao aborto espontâneo, baixo peso ao nascer e recém-nascidos pequenos para idade gestacional. Os alimentos industrializados e embutidos são ricos em sódio, corantes, aromatizantes e conservantes, portanto, também devem ser evitados. Além disso, a dica é cozinhar com pouco sal. “Não utilize o saleiro de mesa. Como alternativa, prefira ervas aromáticas, como orégano, salsa, coentro, cebolinho, tomilho, manjericão, etc. O elevado consumo de sal pode aumentar o do risco de pré-eclâmpsia e eclâmpsia”, alerta a nutricionista. Os chás em geral também não são indicados nessa fase e durante o período de amamentação, pois muitas ervas podem causar aborto ou provocar reações alérgicas no bebê. Vitaminas mais indicadas para as gestantes Durante a gravidez, as necessidades nutricionais aumentam, mas isso não significa comer por dois. Desta forma, algumas vitaminas podem ser suplementadas para garantir a quantidade necessária para a mãe e o bebê. Confira algumas vitaminas sugeridas pela nutricionista: Ácido fólico Também conhecido como vitamina B9, o ácido fólico é essencial durante o período gestacional, pois participa do processo de multiplicação celular. O feto precisa de grandes quantidades desta vitamina durante sua formação. A B9 é importante na fase reprodutiva e na formação de anticorpos, por isso o seu consumo é indicado três meses antes da gravidez e no primeiro trimestre, pois diminui os riscos de má formação do tubo neural do bebê, que começa a se formar já no primeiro mês de gestação. Os alimentos ricos em ácido fólico são: vísceras, leguminosas, vegetais de folha verde-escura (espinafre, brócolis, aspargo, couve, couve-de-bruxelas), levedo de cerveja, gérmen de trigo e beterraba. Ferro A suplementação de ferro é recomendada durante o pré-natal, pois contribui para o transporte de oxigênio no sangue, diminui o risco de baixo peso ao nascer e a anemia materna. É encontrado em alimentos de origem animal, leguminosas e folhas verdes escuras. Para melhorar a absorção de ferro, é indicado o consumo de alimentos fonte de vitamina C, como as frutas cítricas. Cálcio e Vitamina D Estas vitaminas são importantes para manter os ossos e os dentes saudáveis da gestante e do feto. O cálcio também desempenha um importante papel na contração e relaxamento dos músculos e na transmissão nervosa. É encontrado em leites e derivados. De origem vegetal, são ricos em cálcio alimentos como o gergelim, quinua, amaranto, alfarroba, semente de chia e vegetais folhosos verdes escuros, como a couve. Zinco O zinco é importante para o crescimento normal do feto e placenta, bom funcionamento do sistema imunológico, entre outros. As melhores fontes de zinco são a carne, o peixe, as leguminosas e produtos lácteos. Magnésio O mineral age contra as contrações uterinas precoces. Seu consumo durante a gestação está associado à diminuição do risco de pré-eclâmpsia, nascimentos prematuros e atraso no crescimento intrauterino. Alimentos ricos em magnésio são as sementes de linhaça e a de gergelim, oleaginosas, folhas verdes escuras e brócolis. Ômega 3 Vários estudos têm demonstrado a importância da suplementação de ácidos graxos durante o período gestacional. O Ômega 3 traz benefícios para o sistema imunológico, para a função visual e cognitiva da criança. Pode ser encontrado na forma de cápsulas (óleos de peixe, chia e linhaça) e também nos alimentos como os peixes de água marinhas e profundas (salmão selvagem, sardinha, arenque), além de sementes como chia e linhaça. A suplementação de Ômega 3 diminui problemas circulatórios, risco de pré-eclâmpsia, melhora funcionamento cardiovascular e age como um anti-inflamatório para