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Principais fontes de vitamina D e a sua importância para o organismo

Estima-se que 1 bilhão de pessoas sofram de insuficiência ou deficiência da vitamina D.

No Brasil, embora seja um país tropical e a maioria da população resida em regiões de adequada exposição solar, a hipovitaminose D é um problema comum e não restrita apenas aos idosos e mulheres menopausadas, mas acomete crianças e adolescentes.

A vitamina D ou colecalciferol, como também é conhecida, tem como principal função o equilíbrio do cálcio no organismo pela formação e reabsorção óssea, através da sua interação com as paratireoides, os rins e os intestino.

A principal fonte da vitamina D é advinda através da exposição à radiação ultravioleta dos tecidos da pele. Onde o corpo todo deve ficar exposto ao sol, exceto rosto, diariamente, cerca de 20 minutos. Já que a fonte alimentar dessa vitamina é menos eficaz e representa apenas 20% das necessidades corporais. A vitamina D pode ser obtida pelo organismo através dos alimentos sob a forma de colecalciferol (vitamina D3) de origem animal, ou sob a forma de ergocalciferol (vitamina D2) de origem vegetal. Podemos considerar óleo de fígado de peixes gordos, salmão selvagem e gema do ovo, como fontes alimentares de vitamina D.

Essa vitamina é essencial para diversas funções e processos no organismo, e a sua deficiência pode dificultar a funcionalidade das células, podendo ocasionar lesões de forma crônica e facilitando o aparecimento de diversas doenças, inclusive as doenças crônicas.

Doenças autoimunes:

Estudos têm apoiado que a deficiência de vitamina D atua não apenas como um fator para o desenvolvimento de artrite reumatoide e do lúpus eritematoso sistêmico, mas também como um intensificador da gravidade e surgimento de doenças autoimunes.

AVC:

Baixos níveis de vitamina D também têm sido associados com lesões dos vasos sanguíneos principais, que irrigam o cérebro, tronco cerebral e a medula espinhal superior.

Imunidade:

A vitamina D interage com o sistema imunológico através de sua ação sobre a regulação e a diferenciação celular, além de interferir na produção de citocinas.

Diabetes Mellitus:

Estudos epidemiológicos têm mostrado que suplementação dietética com vitamina D na infância pode reduzir o risco de desenvolvimento da diabetes mellitus tipo 1.

Desta forma, é importante visitas ao médico regularmente para a realização de exames laboratoriais e investigar possíveis deficiências, a fim de adequar essas carências de forma individual.

Referências:

https://www.asbran.org.br/noticias/revista-publica-estudo-sobre-vitamina-d-e-seu-efeito-no-sistema-imunologicohttps://www.scielo.br/j/abem/a/fddSYzjLXGxMnNHVbj68rYr/?lang=pt

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