O que não falta em tempos atuais são indicações das mais diversas dietas para ajudar no emagrecimento e tem de todo tipo e pra todo gosto, como a famosa dieta da lua, da sopa, da água com limão e segue uma lista bem grande dessas, mas o que todas elas têm basicamente em comum é que são consideradas dietas restritivas.

Fora do Brasil e por aqui já começamos a ver um movimento que vem ganhando força chamado de “Undieting”, numa tradução livre “sem dieta”, que tem como premissa criar uma consciência emocional e comportamental entre as pessoas e a comida e assim, evitando o terrorismo nutricional e o fim dessas dietas restritivas.

Entenda como as dietas restritivas podem trazer prejuízos para saúde e bem-estar, 

Dietas restritivas: como funcionam?

Independente do tipo ou nome da vez, essas dietas acabam limitando e muito o que se consome, fazendo com que a pessoa não consiga seguir e consequentemente não alcançando os resultados esperados

Algumas são tão restritas que a perda de peso até acontece num curto intervalo de tempo, mas por não ser possível de ser mantida por muito mais tempo, assim que a pessoa retorna aos “hábitos normais”, acaba recuperando e até aumentando o peso que tinha antes de iniciar a estratégia. 

Outro ponto em comum para essas dietas, são que acabam favorecendo frustração, ansiedade, efeito sanfona e outros fatores e sintomas que podem desencadear transtornos alimentares, como bulimia e anorexia.

Por isso, o acompanhamento de um nutricionista é imprescindível antes de iniciar alguma modificação na dieta.

Com o objetivo de evitar o terrorismo nutricional, surgiu o movimento undieting,  entenda como funciona este movimento que visa o fim das dietas restritivas.

Undieting

Nesse movimento, considera-se muito o fator comportamento alimentar, como o que a pessoa sente ao comer determinado alimento e por que ela prefere tal, mas sem se esquecer dos fatores biológicos e nutricionais. 

Debate-se também questões relacionadas aos alimentos considerados mocinhos e vilões, permitidos e proibidos, e isso geralmente acaba gerando mais ansiedade e compulsão por esses alimentos que não são tão bem vistos assim, de modo geral.

Quando se consegue entender a relação do indivíduo com a comida, a definição de planos alimentares irá acontecer de forma que realmente possa ser seguido e assim, mudanças e manutenção de hábitos irão acontecer e até mesmo a escolha livre dos alimentos acontecerá de forma mais consciente. 

Três passos da Undieting

Coma quando tiver fome:  escute e compreenda os sinais que seu corpo envia. Coma quando realmente tiver fome, pense nos alimentos que irão te saciar e também contribuir para a sua saúde. A sensação de saciedade também é importante, então como somente o suficiente para tal. Dicas boas para a saciedade são mastigar bem e lentamente os alimentos.

Não “vilanize” os alimentos: o tal do equilíbrio é importante para tudo na vida, então não vilanize alimentos que de alguma forma dê algum prazer quando consumido. Quando tiver vontade de um doce ou chocolate, coma, mas sempre com moderação. 

Seja consciente: tenha sempre consciência do que e por que optou por comer determinado alimento para que depois não se sinta frustrado e arrependido de ter feito, pois isso pode atrapalhar sua mudança de hábitos, Mais uma vez, entenda os sinais que seu corpo emite para fazer as melhores escolhas.

Referências:

https://revistaglamour.globo.com/Beleza/noticia/2021/01/undieting-conheca-o-movimento-que-poe-fim-dietas-restritivas.html

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/03/03/nao-precisa-se-privar-para-ter-dieta-saudavel-conheca-o-comer-intuitivo.htm

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