16 de September de 2014

Vegetarianismo

Postado por: Mundo Verde em 8 de setembro de 2014

A alimentação vegetariana tem origem milenar e basicamente consiste na retirada de carnes da dieta. As pessoas vegetarianas, geralmente, escolhem esse tipo de alimentação por ser contra o sacrifício dos animais ou por acreditar que essa é uma opção de vida mais saudável.

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Pesquisas apontam que as dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são adequadas em termos nutricionais e apresentam benefícios na prevenção e tratamento de determinadas doenças. Um regime sem carne diminui o consumo de gorduras saturadas, reduzindo assim o risco de doenças cardiovasculares, o índice de obesidade, a incidência de alcoolismo, a probabilidade de ter prisão de ventre, diabetes e outros problemas de saúde. Mas ainda assim, é preciso ter cuidado ao retirar carnes do cardápio. Ao se retirar as carnes da dieta devem ser inclusos alimentos fontes de proteína (ex: soja, quinua, amaranto, leguminosas e cereais), ferro (ex: vegetais folhosos verde escuros e feijão), zinco (ex: derivados de soja, oleaginosas e sementes) vitamina B12 (ex: laticínios e ovos ou levedo de cerveja e chlorella para quem segue a dieta tipo vegan), B6 (ex: amendoim e feijão azuki) e niacina (ex: algas marinhas, cereais integrais e leguminosas). Para quem se identifica com esse hábito de vida e tem interesse em ser vegetariana, a boa notícia é que esse tipo de dieta pode ser iniciada a qualquer momento.

Principais tipos de dietas:

Ovolactovegetariana: há o consumo de alimentos de origem vegetal, laticínios e ovos. Esse tipo de dieta exclui todas as carnes (vermelhas, peixe e frango).

Lactovegetariana: além das carnes, também são excluídos da dieta os ovos. Há apenas o consumo de vegetais e laticínios.

Vegan: todo e qualquer alimento de origem animal é excluído da vivência geral da pessoa, inclusive coisas como mel, couro e lã.

 

Fonte: Mundo Verde

Compulsão por doces

Postado por: Mundo Verde em 5 de setembro de 2014

Comer carboidratos refinados e açúcares em excesso predispõe ao desenvolvimento de doenças como diabetes, obesidade, câncer, osteoporose, além da diminuição da função imune. São pobres em vitaminas, minerais, antioxidantes e, ainda, podem se tornar um vício.

 

A compulsão por doces pode ocorrer quando há o consumo excessivo de carboidratos refinados e açúcares, causando um pico de glicose no sangue, que leva ao aumento dos níveis de insulina para a redução da glicemia. Essa redução causa o desejo por mais alimentos como açúcar e carboidratos refinados para o fornecimento de energia, gerando um círculo vicioso, que pode causar episódios de compulsão. Outro motivo é que após a ingestão de açúcar há maior liberação de dopamina, que gera mecanismos compensatórios, similares aos das drogas ilícitas, causando comportamentos compulsivos.

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Algumas dicas simples podem ajudar a controlar a compulsão por doces:

 

 

- Procure realizar de 5 a 6 refeições ao longo do dia, evitando permanecer mais de 3 horas seguidas sem se alimentar.

 

- Consuma uma porção de oleaginosas antes do almoço: as oleaginosas são fontes de gorduras (insaturadas) que retardam a digestão. Consuma 1 punhado (30g) de nozes, castanhas, amêndoas ou pistache.

 

- Comece suas refeições principais com saladas.

 

- Inclua cereais integrais em suas refeições. Eles devem ser consumidos principalmente naquelas refeições em que há maior desejo por doces.

 

- O consumo de alimentos fontes de proteína, animal e vegetal, é importante para o aumento da saciedade e, assim, para diminuir a compulsão por doces.

 

- Evite o consumo de refrigerantes, cafeína e bebidas alcoólicas.

 

- Pratique atividades físicas regularmente. Quando nos exercitamos, há liberação de substâncias que trazem a sensação de bem-estar.

 

 

 

Fonte: Mundo Verde

Alimentação orgânica

Postado por: Mundo Verde em 3 de setembro de 2014

A alimentação orgânica se preocupa com o que chega ao nosso prato, desde a produção até a hora do consumo. Afinal, o alimento orgânico não é simplesmente aquele que é produzido sem o uso de agrotóxicos. Toda a cadeia produtiva, desde o plantio até a venda, é manejada de forma a evitar danos ao meio ambiente, ou seja, de maneira sustentável.

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A escolha pela introdução dos alimentos orgânicos no cardápio contribui para uma boa saúde e preservação do meio ambiente. Os produtos orgânicos são livres de substâncias químicas, apresentam maior valor nutricional, melhor sabor e são sustentáveis. É a melhor escolha alimentar para obter saúde e garantir qualidade de vida para as futuras gerações.

Aqui estão 5 motivos pelos quais você deve preferir o consumo de orgânicos:

1.   As substâncias químicas ficam fora do seu prato

Os alimentos orgânicos são cultivados sem a utilização de agrotóxicos ou insumos artificiais, como inseticidas, herbicidas, fungicidas ou adubos químicos.

2.    Maior valor nutricional

Por ser isentos de contaminação química e produzidos em solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, os orgânicos possuem maior teor de vitaminas, minerais e antioxidantes quando comparados aos alimentos cultivados de forma tradicional.

3.    Alimentos orgânicos possuem melhor sabor e aroma

Alimentos cultivados de forma orgânica são mais saborosos e seu aroma é mais intenso

4.    Redução do risco de doenças

Os agrotóxicos deixam resíduos nos alimentos que podem provocar problemas respiratórios, distúrbios hormonais, reações alérgicas, problemas neurológicos e câncer.

5.    Protegem a qualidade da água

Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d´água e poluem rios e lagos.

Fonte: Mundo Verde

 

 

Celulite

Postado por: Mundo Verde em 1 de setembro de 2014

Infelizmente não existe fórmula mágica para combater a celulite. Os principais causadores da celulite são a predisposição genética, fatores hormonais, o sedentarismo, dieta desequilibrada, abuso de álcool e o fumo além do stress.

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1. Diminua a quantidade de toxina no seu corpo. O consumo de líquidos, principalmente a água, ajuda a eliminar as toxinas e tratar a celulite. Devemos ingerir ao menos 2 litros de água ao dia.

2. Reduza o consumo de sódio. Diminua o consumo de sal, enlatados, alimentos em conservas, embutidos e alimentos industrializados. Troque o sal comum pelo sal light, que tem 50% menos sódio em sua composição.

3. Aumente o consumo de frutas e legumes com bastante água. Eles ajudam na hidratação e desintoxicação do organismo: o abacaxi, melancia, frutas cítricas, pepino e salsinha. Prepare um suco com esses ingredientes!

4. Inclua alguns alimentos no cardápio. Uva escura, o azeite de oliva extravirgem e o cacau são fontes de antioxidantes que melhoram a circulação, diminuindo as celulites e melhorando assim a aparência e textura da pele.

5. Inclua alimentos fontes de vitamina C. Como frutas cítricas, morango, goiaba, caju, acerola estimulam a produção de colágeno, uma proteína que melhora a elasticidade e firmeza da pele.

6. Diminua o consumo de cafeína e bebidas alcoólicas. Essas bebidas provocam constrição de pequenos vasos sanguíneos, prejudicando a circulação e favorecendo o inchaço que piora a celulite.

A drenagem linfática e a caminhada também são importantes aliados no tratamento da celulite. Com bons hábitos alimentares a atividade física será mais fácil acabar com a celulite e desfilar com mais saúde no verão!

 

 

Fonte: Mundo Verde

Emagrecer com corrida

Postado por: Mundo Verde em 29 de agosto de 2014

Algumas pessoas, depois de praticar por muito tempo a corrida, não notam resultados quando sobem na balança. Algumas coisas podem explicar esse fato, confira só:

 

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Muita fome

Depois de correr, é natural sentir fome. Mas nada de descontar tudo na comida. Pense de forma saudável e se acostume com isso. Opte por lanches saudáveis, que misturem carboidratos e proteínas. Se você continuar com fome, significa que deve melhorar sua alimentação no pré-treino.

Não correr o bastante

Se você só pratica exercícios uma ou duas vezes por semana, mude isso. Se dedique mais, acorde mais cedo e vá treinar. Misture treinos de corrida com treinos aeróbicos, e alie isso tudo a uma alimentação saudável.

Menos do que imagina

Aquela quantidade de calorias que é mostrado na tela da sua esteira não é exata. Isso porque a quantidade de calorias depende da distância percorrida, do tempo, da velocidade e do seu atual peso. Então, nunca pense que você correu por uma hora e pode comer um belo hambúrguer – pense que isso pode acabar sabotando o seu treino.

Não mudar os treinos

Se você não treina na academia, insistir sempre no mesmo percurso de corrida pode ser uma furada. Assim, os seus músculos acabam se adaptando, e você acaba perdendo menos peso. Mude sua rota, procure ladeiras misturadas com outras superfícies e sempre inove na hora de treinar.

Nada de se importar com a balança

Você pode achar que não está perdendo peso, mas na realidade está trocando sua gordura por massa magra. Isso faz com que você não perca peso, mas diminua medidas. Adote outro referencial – aquele seu jeans que estava apertado pode servir agora.

 

Fonte: Terra Saúde

 

Spa

Postado por: Mundo Verde em 27 de agosto de 2014

Muitas vezes, na correria do dia a dia, não conseguimos dar a atenção necessária para os cuidados com nossa beleza. Além disso, muitos spas custam caro e não entram nas economias de muitos brasileiros. Por isso, damos algumas dicas para fazer um spa em casa.

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1 – Planeje

Faça um planejamento e escolha um dia para fazer o seu spa em casa. Pense em um dia sem muitos eventos ou pessoas em casa, para ficar por pelo menos 4 horas em silêncio. Monte uma lista de musicas tranquilas, com sons da natureza para tocar durante o spa. Deixe o relógio de lado e curta o momento!

2 – Cabelos

Comece o seu spa pela hidratação dos seus cabelos. Faça uma mistura com 6 colheres de óleo de macadâmia em um recipiente de vidro e aqueça no micro-ondas por 15 segundos. Passe esse óleo nos cabelos, mas sem passar no couro cabeludo, e massageie com delicadeza. Depois disso, coloque uma toalha umedecida e morna por 15 minutos, para depois enxaguar.

3 – Pele

Enquanto o cabelo está sendo tratado, aproveite para esfoliaro rosto e o corpo. Para o rosto, use duas colheres de óleo de coco e duas colheres de mel cru ou aveia de flocos finos. Para o corpo, faça uma mistura de meia xicara de chá de mel e 1 colher de açúcar mascavo. Lave tudo com água morna.

4 – Pés

Em uma bacia, com agua quente, coloque bolinhas de gude cobrindo o fundo e misture 2 gotas de óleo de lavanda, 1 xícara de sal grosso e pétalas de rosas. Deixe descansando por 20 minutos.

5 – Aproveite

Pense nesse momento como um tempo só para você. Reserve esse horário, se desligue de tudo e curta o descanso merecido!

Fonte: Disney Babble

Comida japonesa

Postado por: Mundo Verde em 25 de agosto de 2014

Os restaurantes japoneses vieram pra ficar, mas sempre fica a dúvida: os pratos são realmente leves ou é só impressão? Com receitas à base de peixes, legumes, vegetais e algas marinhas, a culinária japonesa é uma excelente opção para quem vive em dieta. O problema é que muitas pessoas se empolgam com a “leveza” dos pratos e exageram na quantidade ou fazem escolhas erradas.

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Deixe de lado o cream cheese, o yakissoba, o tempurá, os molhos agridoces, camarões e sushis empanados como hot rolls. Os molhos à base de soja (chamados popularmente de shoyu) contêm altas quantidades de sódio e podem contribuir para o aumento da pressão arterial, ácido úrico e retenção de líquido. Nestes casos, procure usar a versão light, que contém menos sódio.  O arroz branco também deve ser consumido com moderação, já que está presente na maioria dos pratos japoneses.

 

Ir em restaurantes que oferecem rodízios também pode ser uma furada. Quando vamos a esse tipo de restaurante, fica o sentimento de aproveitar ao máximo, e assim, acabamos exagerando na dose. Procure sempre pedir porções, mesmo que seja no rodízio. Além disso, procure comer pratos que combinem peixes e legumes, sem molhos. As algas do temaki são boas fontes de proteínas, fibras e vitaminas. Aposte no temaki sem arroz, só com peixe, cebolinha e wassabi!

 

Sashimis também são ótimas opções já que são ricos em Ômega-3, mas procure comer todos os peixes e não só salmão. Cogumelos como shimeji e shitake possuem um bom valor nutricional e são ricos em proteínas, além de proporcionar sensação de saciedade. Mas lembre-se – peça sua versão sem manteiga e com pouco molho.

 

 

 

Fonte: O2 por minuto

Hipertensão

Postado por: Mundo Verde em 22 de agosto de 2014

A hipertensão arterial é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, não causa sintomas aparentes. Hoje, no Brasil, 17 milhões de pessoas sofrem de pressão alta. A estimativa é de que até 2025 o número de hipertensos em países em desenvolvimento, como o nosso, cresça 80%. Alguns dos fatores de risco são a má alimentação, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Adotar bons hábitos alimentares pode ajudar na prevenção e no tratamento da doença. Quando não tratada, a hipertensão arterial pode causar infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e levar à morte.

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Alguns alimentos devem ser evitados: alimentos refinados, salgadinhos, produtos congelados, embutidos, refrigerantes e bebidas alcóolicas. Reduzir o consumo de sódio é fundamental também. Confira alguns alimentos que você deve comer:

Óleo de peixe (cápsula), chia e linhaça: fontes de ômega-3, um ácido graxo que possui efeito vasodilatador.

Alho: contém alicina, antioxidante que aumenta a elasticidade dos vasos, favorecendo a circulação e reduzindo a pressão arterial.

Cacau: é fonte de flavonoides, antioxidantes que promovem o relaxamento dos vasos sanguíneos. Dessa forma, reduz a pressão arterial. Prefira o consumo do cacau em pó, que pode ser adicionado a frutas, bebidas vegetais, sucos e smoothies. O chocolate amargo (que contenha no mínimo 70% de cacau) também vale.

Suco de uva integral: fonte de resveratrol e antocianinas, poderosos antioxidantes que neutralizam a ação dos radicais livres e relaxam os vasos.

Azeite de oliva extravirgem: rico em ômega-9 e ácidos fenólicos com alto potencial antioxidante, que lhe conferem benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, no controle da pressão arterial e do colesterol.

Frutas vermelhas (goji berry, cranberry, romã, blueberry, amora, açaí): riquíssimas em antioxidantes, em especial antocianina, que promove o relaxamento das artérias. Dessa forma, ajudam no controle da pressão arterial.

 

 

Fonte: Mundo Verde

Saúde do intestino

Postado por: Mundo Verde em 20 de agosto de 2014

Sabemos que a saúde intestinal é fundamental para o nosso bem-estar, pois, além de realizar as funções digestivas, o intestino é um órgão com funções importantíssimas na defesa do organismo, tendo a mucosa intestinal aproximadamente 60% das células imunes do organismo. A flora intestinal exerce papel importante tanto na saúde quanto na doença. Atualmente, práticas alimentares menos saudáveis, associadas ao consumo de alimentos cada vez mais processados, alteram o equilíbrio da flora intestinal, que é extremamente vulnerável, nos prejudicando e expondo de forma mais efetiva às ameaças. Manter o equilíbrio apropriado pode ser assegurado por meio da suplementação com probióticos e prebióticos.

Por isso, explicamos aqui a diferença entre probióticos, prebióticos e simbióticos, para que você mantenha a saúde intestinal em dia.

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Probióticos

São microrganismos que quando ingeridos em quantidade suficiente, promovem o equilíbrio da flora intestinal. Sendo assim, residem em nosso intestino e podem ser encontrados em alimentos como iogurtes, leite fermentado e em suplementos em cápsula ou em pó.

 

 

Prebióticos

São componentes alimentares não digeríveis que afetam beneficamente o organismo por estimularem seletivamente o crescimento e a atividade da população de bactérias do cólon. Existem dois tipos de fibras: as solúveis, presentes na fruta, aveia e cevada, assim como nas leguminosas, e que são normalmente fermentadas rapidamente, e as insolúveis, que são lenta ou apenas parcialmente fermentadas e estão presentes em hortaliças e cereais integrais. Existem ainda produtos prontos em pó, como a inulina e os fruto-oligossacarídeos, que são fibras solúveis e fermentáveis e representam os principais suplementos prebióticos.

 

Simbióticos

Atualmente no mercado há os simbióticos, em que um probiótico e um prebiótico estão combinados. O equilíbrio pode ser assegurado associando a dieta a suplementação com probióticos e prebióticos.

 

 

Fonte: Mundo Verde

Almoçar fora

Postado por: Mundo Verde em 18 de agosto de 2014

Hoje em dia, almoçar fora é muito comum. Com a vida cheia de atividades, fica difícil se organizar para comer de maneira saudável na hora do almoço. No país, 31% da população consome comida na rua semanalmente. Porém, a oferta de alimentos muito calóricos e de baixo valor nutritivo nesses estabelecimentos é tentadora. E seu consumo a longo prazo pode acarretar em deficiências nutricionais, obesidade e doenças como hipertensão, diabetes, entre outras. Pensando nisso, elaboramos algumas dicas que ajudarão em escolhas inteligentes nas refeições fora do lar.

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Escolha um local tranquilo. Lugares com tv e muito barulho fazem com que você fique distraído e coma mais.

Seja o primeiro a pedir.  Para contornar a tentação de prato menos saudáveis, faça primeiro o seu pedido e mantenha-se firme na proposta de uma opção que contribuirá para a sua saúde!

Faça do seu jeito. Não tenha medo de fazer pedidos especiais! Por exemplo, pedir que o alimento seja servido com o mínimo de manteiga ou óleo; que venha sem sal para que você adicione a quantidade desejada na sua comida e assim por diante.

Fuja das entradas.  Bandejas de aperitivos são normalmente carregadas de gordura.

Comece pela salada. Mas cuidado: ela pode ser a melhor amiga ou inimiga da sua refeição, dependendo de como você irá temperá-la. Evite molhos à base de queijo, que contenham bacon, além de croutons. Prefira azeite de oliva extravirgem (além de muito saboroso é rico em gorduras monoinsaturadas, que ajudam a modificar a distribuição de gordura corporal, favorecendo o menor acúmulo na região abdominal), vinagre ou até mesmo umas gotas de limão.

Cuidado com as bebidas. Elas também podem ser grandes vilãs de uma dieta. Beber água é bom, mas nunca junto com a refeição. Em outros momentos, sucos e água de coco também são boas pedidas.

 

 

Fonte: Mundo Verde